Governo da Costa do Marfim intensifica programas de alfabetização em vista de um índice de analfabetismo de 47%, segundo a UNESCO
Iniciativa visa a inclusão social e a garantia de acesso à educação e oportunidades econômicas para todos
Embora a taxa de analfabetismo na Costa do Marfim seja estimada em 47% pela UNESCO, o governo está reforçando seus programas de alfabetização para promover a inclusão social e garantir a todos o acesso à educação e às oportunidades econômicas.
Na Costa do Marfim, as quatro direções do sub-setor de alfabetização e educação informal do Ministério da Educação Nacional e Alfabetização organizaram uma reunião nacional em Abidjan na sexta-feira, 21 de novembro. Os participantes primeiro avaliaram a campanha de 2024-2025 antes de definir as estratégias para a campanha de 2025-2026.
Segundo Eloi Noël Kouassi, conselheiro técnico da ministra, a alfabetização e a educação informal estão no centro do desenvolvimento humano, social e econômico do país. Ele destaca o compromisso do governo em fornecer a cada cidadão, sem distinção, as habilidades necessárias para participar plenamente da vida econômica, social e cultural da Costa do Marfim.
De acordo com ele, avanços significativos foram feitos nos últimos anos graças ao reforço da formação de alfabetizadores, à implementação de programas pedagógicos eficazes e à introdução progressiva da tecnologia digital no aprendizado e avaliação. Ele acrescenta que a abertura de centros de alfabetização em 11 direções regionais do Ministério da Educação Nacional (DRENA) auxiliou na aproximando a educação das populações e em atingindo um número crescente de beneficiários.
Esta iniciativa está alinhada com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 2030, em particular o ODS 4, sobre educação de qualidade e inclusão social. Em 2024, mais de 4.610 pessoas foram alfabetizadas, 172 supervisores formados foram integrados e 172 infraestruturas de alfabetização foram construídas no âmbito do Programa Social do Governo. A estratégia nacional busca reduzir a taxa de analfabetismo para 30% no médio prazo, melhorando assim o acesso equitativo à educação e às oportunidades socioeconômicas.
Félicien Houindo Lokossou













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