Wingu Africa, um fornecedor panafricano de datacenters, lança nova plataforma cloud, Wingu Cloud Exchange (WCX), na Tanzânia.
Busca oferecer uma alternativa local, flexível e segura a soluções cloud internacionais, com custos mais previsíveis e maior estímulo à adoção local do cloud.
Cada vez mais atores locais de datacenters estão oferecendo soluções de nuvem para seus clientes. O objetivo é investir num mercado que antes era dominado por multinacionais do setor.
A Wingu Africa, um fornecedor panafricano de datacenters neutros na África Oriental, está ampliando sua presença na Tanzânia com o lançamento do Wingu Cloud Exchange (WCX), uma nova plataforma de nuvem destinada a apoiar a transformação digital de empresas e instituições públicas. A informação foi divulgada na quinta-feira, 20 de novembro de 2025, nas redes sociais da empresa.
Alojado no datacenter do grupo em Dar es Salaam, este serviço tem a intenção de oferecer uma alternativa local, flexível e segura às soluções de nuvem internacionais, muitas vezes caras e dependentes de variações cambiais.
No dia 19 de novembro, tive o privilégio de participar do lançamento do @WinguAfrica Cloud Exchange (WCX) - uma plataforma de nuvem privada hospedada localmente para a África Oriental. WCX fornece às organizações uma alternativa segura, compatível, econômica e fácil de usar para os serviços de nuvem no exterior...
On November 19th, I had the privilege to attend the launch of the @WinguAfrica Cloud Exchange (WCX) - a locally hosted private cloud platform for East Africa. WCX gives organisations a secure, compliant, cost-effective, and easy-to-use alternative to offshore cloud services.… pic.twitter.com/1oxHdVMO90
— Andrew Julian Mahiga (@Drudysseus) November 21, 2025
WCX oferece vários módulos (Compute, Kubernetes, Drive e Segurança) que possibilitam os usuários hospedarem suas aplicações, gerirem contêineres, armazenarem dados ou reforçarem sua cibersegurança. A plataforma se baseia numa arquitetura escalonável que permite às organizações ajustarem sua capacidade "sob demanda", sem investimentos em hardwares pesados. A cobrança é feita em shillings tanzanianos, uma opção pensada para tornar os custos mais previsíveis e incentivar a adoção local da nuvem.
Este lançamento faz parte de uma estratégia mais ampla da Wingu Africa, que está investindo em suas infraestruturas na África Oriental, Ocidental e do Norte, para apoiar o aumento das soluções pra nuvem no continente. Para a empresa, isso atende a uma demanda crescente por infraestruturas digitais soberanas.
Em um contexto onde cada vez mais empresas tanzanianas estão lidando com dados sensíveis, a possibilidade de hospedarem suas informações em um datacenter local é atraente em termos de conformidade, segurança e desempenho.
Adoni Conrad Quenum













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