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2025, um ano próspero para os bilionários africanos

2025, um ano próspero para os bilionários africanos
Quarta-feira, 7 de Janeiro de 2026

A África afirma-se progressivamente como um novo polo de criação de riqueza. Há cerca de uma década, o patrimônio dos bilionários não para de crescer, apesar das pressões inflacionárias, bem como das incertezas macroeconômicas e políticas.

Ao longo do último ano, os bilionários africanos registraram um ganho líquido de US$ 21,9 bilhões em suas fortunas. É o que revela o mais recente ranking Bloomberg Billionaires Index das 500 maiores fortunas do mundo, publicado no fim de dezembro.

De acordo com esse ranking, o bilionário nigeriano Abdul Samad Rabiu foi quem mais aumentou sua riqueza no continente, com um ganho de US$ 6,2 bilhões, alcançando US$ 9,35 bilhões. Isso o torna a 7ª maior fortuna africana e a 383ª em escala global.

Natural de Kano, Rabiu tira a maior parte de sua fortuna de sua participação nos conglomerados industriais BUA Foods (92,6%) e BUA Cement (95,2%). Em agosto passado, ele se tornou o investidor mais rico da Nigerian Exchange (NGX), segundo dados de mercado no fechamento das negociações da sexta-feira, 8 de agosto de 2025, graças a uma melhor valorização dessas duas empresas.

No restante do ranking, Aliko Dangote continua sendo o homem mais rico da África e ocupa a 76ª posição mundial. A fortuna do fundador do grupo Dangote é estimada pela Bloomberg em US$ 29,9 bilhões, um aumento de US$ 1,87 bilhão em relação ao ano anterior.

Ao seu lado, o empresário sul-africano Johann Rupert, fundador e principal acionista do gigante do luxo Richemont (proprietário, entre outras, das marcas Cartier, Montblanc e Ralph Lauren), sediado na Suíça, e detentor de uma fortuna familiar de US$ 19,3 bilhões, ocupa a 135ª posição.

Na 3ª colocação africana encontra-se o bilionário sul-africano Nicky Oppenheimer, presidente da empresa diamantífera De Beers e da Anglo American, companhia mineradora criada por seu avô. Ele ocupa a 226ª posição, com uma fortuna de US$ 13,8 bilhões.

Logo atrás aparece o egípcio Naguib Sawiris, à frente da Orascom Construction Industries, na 312ª posição, com US$ 10,7 bilhões. Em seguida vêm Nathan Kirsh, magnata dos negócios e figura emblemática de Eswatini (US$ 9,66 bilhões), e Nassef Sawiris (US$ 9,52 bilhões).

Em escala global, o ranking indica que os ricos do planeta ficaram ainda mais ricos.

Segundo os dados mais recentes, a fortuna das 500 pessoas mais ricas aumentou em US$ 2,2 trilhões, atingindo um nível recorde de US$ 11,9 trilhões, impulsionada pela disparada dos mercados de ações, das criptomoedas e dos metais preciosos como ouro e prata.

O homem mais rico do mundo é Elon Musk, com uma fortuna líquida total de US$ 645 bilhões — mais do que a soma da riqueza de seus dois principais perseguidores, Larry Page (US$ 270 bilhões) e Jeff Bezos (US$ 254 bilhões).

O francês Bernard Arnault, com uma fortuna estimada em US$ 204 bilhões, e o espanhol Amancio Ortega, com US$ 136 bilhões, são os dois únicos europeus presentes em um top 15 amplamente dominado pelos Estados Unidos.

Espoir Olodo

 

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