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O Quénia lançou duas plataformas digitais, BiasharaLink e Deal House, para acelerar o comércio intra-africano e reforçar a diplomacia económica no continente

O Quénia lançou duas plataformas digitais, BiasharaLink e Deal House, para acelerar o comércio intra-africano e reforçar a diplomacia económica no continente
Terça-feira, 17 de Fevereiro de 2026

O Quénia revelou, em Adis Abeba, duas plataformas digitais destinadas a transformar as embaixadas africanas em centros operacionais de comércio. A iniciativa visa acelerar a implementação da Zona de Livre-Comércio Continental Africana (ZLECAf), facilitando a concretização de acordos de investimento e de trocas intra-africanas.

O Quénia anunciou, na semana passada, o lançamento do BiasharaLink e do Deal House, duas plataformas digitais destinadas a reforçar a diplomacia económica e a estimular o comércio intra-africano.

Apresentada à margem da 39.ª Cimeira da União Africana (UA), a iniciativa pretende colmatar o défice de execução dos acordos comerciais no continente, numa altura em que os chefes de Estado multiplicam os apelos a soluções concretas para tornar operacional a Zona de Livre-Comércio Continental Africana (ZLECAf).

As ferramentas foram desenvolvidas pela Real Sources Africa (RSA), uma instituição panafricana especializada em infraestruturas comerciais e reconhecida pelo Quénia como sociedade nacional de comércio no âmbito da ZLECAf. O objetivo é explorar o potencial de mais de 1 000 missões diplomáticas africanas, transformando-as em facilitadoras ativas de transações.

O BiasharaLink permitirá às embaixadas, exportadores e investidores identificar e estruturar oportunidades comerciais alinhadas com as prioridades da Zona de Livre-Comércio. O Deal House assegurará o acompanhamento operacional: validação das oportunidades, ligação a parceiros credíveis, acesso ao financiamento e apoio até à assinatura dos contratos.

«Trata-se de um novo modelo de diplomacia económica, orientado para resultados», declarou o ministro dos Negócios Estrangeiros do Quénia, Musalia Mudavadi.

Segundo a RSA, as missões diplomáticas africanas recebem cerca de 3 500 pedidos comerciais por mês, mas menos de 1 % resultam em acordos formais, o que evidencia a necessidade de um mecanismo mais eficaz de acompanhamento e execução.

O secretário-geral da ZLECAf, Wamkele Mene, sublinhou que África deve reforçar o seu mercado interno face às crescentes tensões nas cadeias de abastecimento globais.

A iniciativa coloca igualmente a tónica na integração das PME e das empresas lideradas por mulheres nas cadeias de valor regionais, com o objetivo declarado de transformar as ambições de integração continental em transações concretas geradoras de emprego e crescimento.

 

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