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  • Seriti Green iniciou a construção da terceira fase (155 MW) do complexo eólico Ummbila Emoyeni na província de Mpumalanga.
  • Com a nova fase, 465 MW de capacidade estão atualmente em construção, dos 900 MW planejados. O financiamento foi garantido pelo Standard Bank, Rand Merchant Bank e ABSA.

Na região carbonífera de Mpumalanga, a Seriti Green está desenvolvendo o maior projeto eólico integrado da África do Sul. Esta obra ilustra uma transição energética que está se estabelecendo no coração de um pólo energético fóssil.

Seriti Green iniciou em Mpumalanga, centro histórico do carvão na África do Sul, a construção da terceira fase (155 MW) do complexo eólico Ummbila Emoyeni. O financiamento foi garantido pelo Standard Bank, Rand Merchant Bank e ABSA.

As duas primeiras fases somaram 310 MW, com financiamento concluído respectivamente em 2024 e em agosto de 2025. Com esta nova fase, 465 MW de capacidade estão atualmente em construção, dos 900 MW planejados. A totalidade do complexo incluirá cinco parques eólicos, uma usina solar e uma unidade de armazenamento de baterias.

Um terço da eletricidade produzida pelo complexo alimentará as operações de mineração da Seriti Resources, a empresa mãe da Seriti Green, enquanto o restante será vendido por meio do NOA Group e da Energy Exchange of Southern Africa. De acordo com uma fala atribuída a Peter Venn, CEO da Seriti Green, pela Engineering news, a terceira fase marca uma etapa importante na justa transição energética da África do Sul.

Ele indicou que milhares de pessoas estão adquirindo habilidades e encontrando emprego no setor de energias renováveis, com o número de trabalhadores no local atingindo 1200 e devendo aumentar para 2000 conforme a construção avança.

A emergência de um complexo como este no coração de um polo de carvão histórico ilustra o progresso, ainda que desigual, da transição energética na África do Sul. Isso também reflete o fortalecimento de atores do setor privado, capazes de investir em energias renováveis e integrar essa transformação em uma dinâmica de desenvolvimento local.

Abdoullah Diop

 

A Agência de Desenvolvimento da Filiera da Mandioca (ADFMA) firmou parceria com o Centro Regional de Excelência contra Fitopatógenos Transfronteiriços (WAVE) para melhorar a produtividade e reduzir perdas pós-colheita, que chegam a 40% da produção nacional.

Enquanto a produtividade deveria variar entre 25 e 35 toneladas por hectare, os agricultores colhem em média apenas 10 a 18 toneladas. Doenças como o mosaico da mandioca e a “cassava brown streak disease” agravam a situação.

O setor da mandioca é estratégico, com contribuição estimada em 514 bilhões de FCFA (cerca de US$ 850 milhões) para a economia marfinense.

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